Victor Bandarra
Amanhã vai ser outro dia!
Pelo Natal, é de bom tom conceder um presente, um telefonema, uma palavra amiga aos velhinhos conhecidos, sobretudo aos da família
Pelo Natal, é de bom tom conceder um presente, um telefonema, uma palavra amiga aos velhinhos conhecidos, sobretudo aos da família
Sorriso tímido, tenta meter conversa com vários transeuntes, junto ao Centro Comercial das Amoreiras, em Lisboa.
Marcelo, eufórico carioca, liga para Manuel, o amigo português em Lisboa. O seu Flamengo acaba de ganhar a Taça dos Libertadores.
Chamar "interior" a Bragança provocará ataques de riso a um qualquer brasileiro de Caruarú, Pernambuco, ou norte-americano de Chester, Maryland.
O racismo, quando se toma a cor de pele, é uma discussão com barbas; até porque deve tudo aos olhos, à educação, à cultura e ao passado de cada um.
José cantava como ninguém a tabuada, era um ás nas contas de cabeça, sabia na ponta da língua os nomes de rios, serras e estações de comboio.
Jeremias, beirão da raia, é do tempo da 4.ª classe bem tirada.
Surgindo de repente de trás de uma coluna dos Passos Perdidos, em S. Bento, Vasco da Gama Fernandes questiona o transeunte.
Se aqui está esta quentura, imagino como é que não deve estar na Amareleja.
Grande repórter, genial ouvinte, sacava notícias e enchia primeiras páginas de jornal.
António tem 11 anos e a irmã, Maria, tem 8. Um destes dias, António implora à mãe, Teresa, que quebre uma combinação e lhe compre um enorme sorvete de chocolate
É um silêncio de pasmar. Lá em baixo, muito em baixo, corre o rio Tâmega.
No seu Ceará de infância, almoço é quando vem a fome e o Sol já vai alto