Rui Zink
A ascensão de Júpiter
A tecnologia que nos ia libertar afinal era uma ratoeira: aprisionou-nos na Matrix.
A tecnologia que nos ia libertar afinal era uma ratoeira: aprisionou-nos na Matrix.
Estes são os reis magos deste Natal. Com uma vantagem sobre os totós do Belchior, do Melchior e do Gaspar: são reais.
Infelizmente, a liderança é uma das áreas com mais incompetentes. A culpa não é deles, foi da fraca educação.
Mike Pompeo e Benjamin Netanyahu encontraram-se em Lisboa à porta fechada.
O fel e o amargor têm de sair cá para fora. Se for só por palavras, tanto melhor.
Ano após ano, a estrada é o campo de morte dos portugueses. Mas é um campo estranho, não convoca paixões.
O que a Espanha está a fazer com o Tejo não se faz. Mas sempre agiu assim com Portugal.
Muita coisa poderá ter-se passado. Abandonar um bebé é, no entanto, prática antiga. Por miséria material ou moral.
Santana Lopes é um romântico. Veste a derrota com muito mais charme que outros a vitória.
Parecia-me imoral pagar três bilhetes de adulto quando um dos meus filhos nem dez anos tinha.
Raramente um homicídio involuntário com carro dá cadeia – não é só Portugal que é muito tolerante com a matança.
A Geringonça II implodirá quando tiver de ser, porque tudo nesta vida (tirando a parvoíce) tem um ciclo finito.
Era um daqueles intelectuais puros que não sabem estar parados. Foi um grande estadista.
Poucos sorriem. O humor escasseia nos tempos de antena.
Mas o imponente mastodonte está lá (...) para dar um ar da sua graça.
A jovem é atacada com o paiol todo, as mesmas armas de sempre contra as mulheres.